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Bolo sem farinha de trigo e sem fermento

Essa  massa serve para  rocambole ou bolo de rolo, mas sem leite, sem farinha de trigo, sem fermento. Às vezes a crise nos leva a criar e multiplicar em vez de lamentar o rumo econômico do país. Depois do sucesso da Cuca de Banana Sem Ovos, esse bolo surpreende pela pouca quantidade de ingredientes. Veja como é fácil. E você  pode comer como sobremesa com frutas, gelatina, creme, geleias e sorvete.

Ingredientes

5 ovos
8 colheres de sopa de açúcar.
15 colheres de sopa de amido de milho.
margarina ou manteiga par untar a fôrma.

Modo de Fazer

Bata os ovos numa batedeira .
Acrescente o açúcar aos poucos e continue a bater por 10 minutos.
Depois, coloque o amido de milho, também aos poucos. até incorporar e ficar bem homogêneo.
Por fim, acrescente a canela.
Leve ao forno a 180º por 30 minutos.

Para rechear e enrolar, faça numa forma retangular, e cozinhe de preferência num papel manteiga. 
Desenformar ainda quente sobre um pano de prato e enrolar lentamente com o recheio de ua preferência.

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Frutas cristalizadas e frutas secas

19/12/2014
Pensando em alternativas para aquelas frutas fora dos padrões, com algumas manchas, de tamanhos muito pequenos ou muito grandes, as chamada frutas feias é que tive a ideia de fazer esta postagem.
Aproveitando a época natalina, onde a tradição faz aumentar o consumo das frutas secas e cristalizadas,  pensei em pesquisar e mostrar essas técnicas milenares de conservação de alimentos.
Duas técnicas diferentes de conservação de frutas usadas por nossos antepassados e que utilizamos ainda hoje são a cristalização e a secagem das frutas. A cristalização consiste em retirar a água da fruta e substituir por açúcar e a secagem consiste apenas em retirar a água da fruta, que pode ser de maneira natural, ao sol ou em fornos.  O objetivo inicial era estocar o alimento no período entre safras e invernos longos e rigorosos, ou quando nossos ancestrais faziam longas viagens náuticas e terrestres. Hoje é uma alternativa mais natural de ingerir uma gostosura doce.
A cristalização  glaciação ou confeito é uma técnica que remonta 4.000 mil anos. Proveniente do Egito, a princípio era utilizado o mel de abelha em sua elaboração.

Existem ainda, os doces de frutas em calda e de frutas cozidas.
Abaixo tem receita de calda da fruta que mais gosto de fazer em calda: a goiaba.


CRISTALIZAÇÃO
Ingredientes

1 abacaxi pequeno cortado em rodelas
2 laranjas
2 limões
1/2 kg de açúcar
1 pitada de sal
água o quanto baste para cobrir as frutas

Modo de fazer

1. Corte todas as frutas em rodelas, retire as sementes.  Coloque o abacaxi numa panela e as laranjas e limões em outra.
2. Cozinhe na água em panela tampada até murcharem (mais ou menos 20 minutos).
3. Retire com uma escumadeira e coloque em uma travessa lado a lado delicadamente
4. Reserve 200 ml da água de cozimento e leve ao fogo por uns 3 minutos com o açúcar para dissolver, mexendo sempre.
5. Adicione as frutas e deixe ao fogo por cerca de 30 minutos
6. Retire as frutas da panela, deite em uma grelha ou papel manteiga e leve ao forno a  130º até secarem.

As frutas cristalizadas podem ser usadas em bolos, pães e mesmo puras, mas com moderação pois contém muitas calorias.


 
Você também pode aproveitar as cascas de frutas para cristalizar.


SECAGEM

A secagem ou desidratação das frutas é uma técnica que pode ser feita com o calor natural do sol. Os frutos a serem secos podem ser inteiros, como os damascos, em pedaços como os tomates e as bananas ou até em lâminas bem finas como as maçãs e os caquis. São ótimas opções para dietas com baixas calorias, pois conservam muitas propriedades das frutas in natura e podem substituir os doces.

Para desidratar o damasco, por exemplo lave-os e coloque-os sobre uma grade ou tabuleiro ao sol ou forno com fluxo de ar quente. As maçãs  e os caquis podem ser cortados em rodelas finas.
Para que a frutas não fiquem expostas a insetos ou outros animais, cubra com uma tela fina de tecido ou rede. Ao anoitecer, retire as frutas do ar livre pois o orvalho as umedecerá.
Atualmente existem maneiras muito seguras e econômicas de desidratar frutos como o utensílio da figura.
As frutas secas podem compor receitas de barrinhas de cereais.






GOIABAS BRANCAS EM CALDA DE CANELA
Ingredientes

1 dúzia de goiabas brancas
2 xícaras de açúcar 
1 copo de água
1 colher de sopa de canela
12 gotas de limão

Modo de fazer

Descasque as goiabas e corte-as ao meio
Retire as sementes e coloque-as numa panela com a água e o açúcar para cozinhar.
Amasse as sementes com uma colher de pau ou socador para que a calda fique com gosto de goiaba. Depois de 3 minutos cozinhando, retire do fogo e coe as sementes.
Cozinhe as goiabas descascadas na calda por mais 2 minutos em fogo baixo. 
Adicione as gotas de limão. Por último a canela em pó.

Pode ser servida pura ou com qualquer tipo de queijo, natas, creme de leite, sorvete, bolo e até com pão. Delícia!!


Março é época da goiaba do mato

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Let's talk about inequality





16/10/2014 BLOG ACTION DAY

VAMOS FALAR SOBRE DESIGUALDADE

Participar pela primeira vez do Blog Action Day é muito prazeroso, uma vez que a publicação está marcada para o dia Mundial de Alimentação, assunto do meu blog pessoal que considero um assunto de saúde pública.


A necessidade de alimentar-se é igual tanto para pobres quanto para os ricos.  Mas a desigualdade é abissal em algumas regiões do planeta. A má distribuição de alimentos cria insegurança alimentar não só pela escassez de alimentos nos bolsões de pobreza, mas também no alto preço de sua aquisição nas regiões economicamente mais ricas fazendo com que o pobre trabalhe apenas para comer, sem condições de educação, cultura e lazer. Isso resulta num ciclo de pobreza que deve ser quebrado em qualquer parte do mundo. É preciso mudar a maneira desumana de governar, pois a fome existe por má distribuição de alimentos, má administração dos governos, e por ditaduras cruéis onde os líderes pensam apenas em si mesmos, em seus lucros próprios, sem a menor empatia pelos que estão sofrendo na miséria.

" A fome é um problema político. É uma questão de justiça social e políticas de redistribuição"  Olivier Schutter, relator da ONU

A Nigéria é o país mais rico da África, com terras produtivas, programas de ampliação agrícola, exportação e importação, entretanto, como acontece na maioria dos países com grandes desigualdades, o abastecimento interno não supre as necessidades da população mais pobre. Em detrimento do ser humano, o lucro é o que importa e o alimento se transforma em mercadoria. A função de alimentar fica em segundo plano. Se observarmos nos noticiários, a maioria dos países onde existe pobreza absoluta tem líderes que incitam as guerras étnicas (Somália, Ruanda, Mali, Congo, Senegal, Burundi, e Libéria); territoriais (Serra Leoa e Etiópia), e religiosas (Argélia e Sudão).sendo que a Somália, Serra Leoa e Liberia estão entre os dez países mais pobres do mundo (todos os dez estão na Africa).

A tabela abaixo mostra que o país mais pobre da África tem mais áreas cultivadas e pastagens do que o Brasil. A Austrália, um imenso país, tem 6,18% de sua área total cultivada e uma população subnutrida menor do que 5%. O Haiti, que é o país mais pobre da América tem um total de área cultivada de 46%!! Para onde vai todo esse alimento? Serão monoculturas de exportação?
O mundo inteiro deve voltar o olhar para o desperdício, mas os próprios países devem voltar a atenção para dentro de si e ver o que está acontecendo de verdade. A má administração interna também deve ser um ponto que merece atenção.
Existem governantes que priorizam a exportação de alimentos enquanto a fome aumenta internamente.

Observe a tabela abaixo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2010-2012.


Indicadores IBGE PAÍSES 2010/2012

AUSTRÁLIA

BRASIL
NIGÉRIA/País mais rico da África
ZIMBABWE /País mais pobre da Àfrica
HAITI/País mais pobre da América
Áreas cultivadas
6,18%
9,34%
43,04%
10,91%
46%
Pastagens Permanentes
46,60%
23,17%
40,62
31,28%
17,78%
Pessoas Subnutridas
< 5%
6,9%
8,5%
32,8%
44,5%
Calorias Consumidas
3330/dia
3230/dia
2700/dia
2200/dia
2020/dia


No Brasil, vários governantes, vêm tentando quebrar o ciclo da pobreza com a criação de programas de segurança alimentar, citando como exemplos, o Programa de Distribuição de Alimentos (PRODEA), que no fim da década de 1990 dos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso beneficiou a cerca de 8,6 milhões de pessoas que viviam em bolsões de pobreza. Atualmente, nos governos de Luis Inácio da Silva e Dilma Roussef temos um programa de distribuição financeira, um tipo de renda de cidadania, o qual, acreditam os governantes, cria melhores impactos. A verdade atual é que, no Brasil, mais de 37 milhões de pessoas saíram da linha da pobreza (Secretaria de Programas Estratégicos 2013).

Com o poder aquisitivo maior, os brasileiros passaram a consumir mais alimentos. Segundo dados do Inquérito Telefônico VIGITEL,  em 2006 o percentual de adultos com excesso de peso com 18 anos ou mais no país era de 42,7%, em 2013 alcançou a marca de 50,8% da população. A falta de informação e o consumo de alimentos industrializados e gordurosos têm papel preponderante nesses dados. É importante esclarecer de onde vem o alimento, desde a hora em que a semente é plantada e para onde vão os resíduos após consumi-los (reciclagem e compostagem). Todo programa social que se proponha a diminuir a desigualdade deveria incluir um estudo integral para que no futuro não haja desperdícios e doenças relacionadas aos alimentos.

O Brasil é um dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. Pesquisas apontam que 35% do que produzimos são jogados no lixo. Estimativas mostram que 30 a 40% dos de alimentos vegetais que vêm dos meios rurais até a mesa sejam jogados fora. Em termos financeiros, o desperdício chega a 750 bilhões de dólares e mais da metade (54%) está na manipulação e armazenamento logo após à colheita. O restante, (46%), ocorre nas etapas de processamento, distribuição e consumo.(UOL 2014)

Uma proposta de solução para o desperdício está acontecendo em Portugal onde existe um programa de melhor aproveitamento de alimentos denominado Fruta Feia. Consiste, basicamente em combater uma ineficiência do mercado, criando alternativa mais barata e menos desperdício. Os autores do projetos passam semanalmente nas hortas e pomares, recolhem os vegetais muito pequenos, muito grandes ou disformes e vendem a preços módicos à comunidade local.
Mas aqui mesmo temos uma ótima iniciativa, o  Mesa Brasil, um projeto em rede nacional do Serviço Social do Comércio que consiste em recolher o que sobra de frutas e hortaliças de distribuidores atacadistas e de supermercados para redistribuir gratuitamente entre entidades sociais carentes pré  cadastradas e comunidades em situação de extrema pobreza.

Fonte: GOOGLE

“O sonho de mitigar a fome é a primeira causa que os bons governantes abraçam.” Janine



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Receitas com Estévia

27/07/2014

Entre os sabores que o homem procura reproduzir para os mais diversos fins, o doce deve ser o mais almejado. Depois de descobrirem os, essencialmente químicos, aspartame e ciclamato de sódio, que, por não serem assimilados pelo organismo, não engordam, a Stevia rebaudiana foi descoberta para dar origem ao adoçante mais poderoso e saudável da atualidade. A planta é um arbusto parente do crisântemo, nativa do Paraguai e era usado como adoçante pelos índios bem antes da colonização espanhola. O nome nativo era kaá-éhê, que significa "erva doce". O gênero foi batizado em homenagem ao botânico espanhol Peter James Steve e a espécie pelo cientista Ovídio Rebaudi.
Nos anos de 1950, fazendeiros japoneses estabelecidos na região paraguaia iniciaram a produção da estévia, e depois de muito esforço levaram a tecnologia para o Japão, país onde hoje há a maior mercado no mundo deste adoçante (a China se tornou o principal produtor).
A estévia não contém calorias significativas, portanto, não engorda. É 200 a 300 vezes mais doce que o açúcar e 160 vezes mais doce que a sacarose, não contribui para queda dos dentes, doenças hepáticas ou qualquer outra doença.

É ótimo e muito utilizado para adoçar café, chá e sucos.

Fonte :ESPÓSITO, Breno Pannina. Química em casa. São Paulo: Ed. Atual, 2003.

Dica: "As receitas com esse tipo de adoçante precisam de um ingrediente mais encorpado para dar volume a receita. Nos bolos usamos muito o iogurte, nos biscoitos, mais manteiga. Portanto, a gordura aumenta."



    ATENÇÃO:
   1 colher de sopa = cerca de 2,5g de stévia = 800 g de açúcar
   1 colher de sobremesa rasa = cerca de 1,5g de stévia = 400-450 g de açúcar
   1 colher de chá = cerca de 0,75g de stévia = 200 g de açúcar
   1 colher de cafezinho = cerca de 0,38g de stévia = 100 g de açúcar


RECEITAS COM ESTÉVIA

BOLO DE IOGURTE

Ingredientes


1 iogurte natural.
3 ovos grandes
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
100 g de manteiga (bater com 2 colheres de sobremesa de stévia em pó)

Modo de fazer



Partir os ovos numa saladeira.
Adicionar lentamente óleo, continuando a bater os ovos. 
Juntar o iogurte e bater mais 1 a 2 min.
Juntar a farinha ao fermento; adicionar em 2 vezes levantando a massa de modo a que esta fique bem 
homogénea mas sem bater.
Untar a forma e verter a massa. 
Cozer a termóstato 6 ou 180° durante 40 à 45 min.

COOKIES

Ingredientes

 1 ovo
 1/2 colher de sobremesa de Stévia em pó
 2 xícaras de farinha de trigo
 1 colher de café de sal
 1 colher de café de fermento
 1 colher pequena de essência de baunilha
 1 xícara de manteiga salgada a temperatura ambiente para que esteja mole
 1/2 taça de pepitas ou flocos de chocolate preto

Modo de fazer

Pré-aquecer o forno à 350°, preparar a forma dos cookies, untando-a.
Bater na batedeira a Stévia, baunilha e ovo, acrescentando de seguida a manteiga para obter então uma textura com aspecto cremoso.
Adicionar a farinha aos poucos, po fim juntar os outros ingredientes e as pepitas de chocolate. Misturar até obter um aspecto homogêneo.

Cozinhar a massa 20 a 25 min no forno até os biscoitos ficarem dourados.



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http://www.esmeraldazul.com/pt/blog/top-3-os-melhores-e-piores-adocantes/

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Ratatouille


26/06/2014 Hoje é dia de jogo: Alemanha X França. Há tempo desejo escrever  algo sobre a culinária da França, e a Copa Mundial de Futebol no Brasil com a presença do país europeu no Brasil é um bom motivo, tenho esperança de que jogadores do time alemão façam "picadinho" da seleção que ganhou apenas uma vez a copa mundial, mas que deixou marcas na copa 2010 . Aquela cabeçada do Zidane no jogador Italiano doeu no Brasil. Mas nós fomos "liberados mais cedo" pela Holanda que mandou Daniel Alves, Lúcio, Tiago Silva e Julio Cezar pra casa mais cedo, naquele ano.
A copa do Mundo é isso mesmo: mistura perfeita de gente e emoção de todas as partes do mundo com a paixão pelo futebol. As cores das bandeiras coloridas retratam a arte e a miscigenação. As cores dos ingredientes do prato francês  representa tudo isso: é ratatouille! 

Ratatouille é um prato rústico típico da região da Provença, feito de legumes em camadas intercalados com temperos e condimentos. Notam-se influências espanholas e italianas na receita. O nome significa «picar, triturar», mas podemos traduzir também como 'ragu de legumes" ou "prato de berinjelas" A palavra é substantivo feminino francês, e o prato é também chamado de "ragu grosseiro", pode conter carne de peixe, galinha ou boi, mas para ficar gostoso o segredo está no tempero intercalado. 
Para o preparo do ratatouille é imprescindível dois ingredientes: tomate e berinjela. Com o restante dos ingredientes pode-se lidar mais à vontade. O pimentão e a abobrinha não são obrigatórios na receita. O método clássico de preparar a ratatouille envolvia tirar as peles e sementes ao tomate e cozinhar separadamente os vegetais, para serem combinados no final e temperados com sal e ervas da Provença (ou uma combinação de tomilho, orégano, sementes de coentro e funcho; o conjunto, normalmente leva cerca de uma hora para cozer, sendo regado com vinho branco ou tinto.

Leia mais:
Brasil disputa o 3º Lugar com a Holanda na Copa de  2014


Ratatouille
Ingredientes

berinjela
tomate
abobrinha
pimenta
alho
tomilho
manjericão ou alecrim
vinho branco seco ou uma colher de sopa de vinagre de vinho em 1/2 copo de água
azeite de oliva extravirgem

Modo de fazer

Pique todo os ingredientes em rodelas
Em uma panela disponha os legumes enfileirados de maneira, podendo formar círculos ou formato espiralado
Tempere com o sal alho, a pimenta e manjericão, alecrim, pimenta a gosto.
Regue com vinho branco e coloque no forno até dourar


Ratatouille Cozido na Panela

Os ingredientes são os mesmos da receita anterior, aliás, o preparo do molho também.Utilize uma quantidade igual de tomate, abobrinha e berinjela. Lave e corte em fatias grossas.
Unte o interior de uma panela alta com um fio de azeite. Vá fazendo camadas com os legumes e o molho, alternando entre si. Nas camadas de molho, utilize pimenta à gosto. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que os vegetais estejam ao ponto.

Ratatouille Salteado

Um pouco diferente do tradicional, essa versão se baseia no seguinte fato: o molho pode ajudar a cozinhar os legumes. Para isso, inicie o preparo do molho (frite a cebola e o alho e coloque o tomate para refogar em fogo baixo). Assim que o molho começar a cozinhar, retire do fogo e acrescente os legumes picados em cubinhos. Acrescente a pimenta (à gosto) e misture delicadamente.
Volte a panela no fogo baixo e deixe cozinhar em fogo baixo por mais alguns minutos, antes do tomate terminar de secar. Os legumes devem ficar firminhos.
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Alimentação na Escola

06/05/2014.
A Secretaria de Educação do Estado de Santa Catarina selecionará cooperativas de gêneros alimentícios produzidos na agricultura familiar. O objetivo é adquirir produtos para alimentação escolar.
Primeiramente, os produtos adquiridos serão: feijão, arroz, farinha de milho, doce de banana e biscoito caseiro. Depois, serão adquiridos leite, ricota, queijo , suco de uva, mel, banana e laranja.
A Chamada Publica 25/2014 abrange as Gerências Regionais de Educação:

  1. Grande Florianópolis,
  2. Brusque (Municípios de Itajaí, Blumenau e Timbó)
  3. Tubarão (Municipios de Laguna, Criciúma, Braço do Norte e Araranguà)
  4. Lages (Ituporanga e São Joaquim)
  5. Jaraguá do Sul (Joinville e Mafra)
  6. Canoinhas (Caçador, Curitibanos, Ibirama, Taió, Rio do Sul,
  7. Xanxerê (Campos Novos, Videira, Joaçaba, Concórdia, e Seara
  8. Chapecó (São Miguel do Oeste, Itapiranga, Dionísio Cerqueira, Quilombo, Palmitos, São Lourenço, do Oeste Maravilha).
Fonte: Jornal Diário Catarinense, Caderno Escola Aberta, página12.

Os recursos são do Programa Estadual de Alimentação Escolar (PNAE/SC)

Agora ensinarei como se faz um feijão com arroz bem simples e gostoso, idêntico ao que sempre fiz para os meus filhos (sem carnes).

Ingredientes 
para o feijão

1/2 kg de feijão (qualquer variedade)
2 folhas de louro
4 litros de água
1 colher (cafezinho) de páprica picante
1 pitada de açafrão da terra
1 folha picada de manjericão
1 colher  (chá) de vinagre de vinho branco
1/2 cebola picada
2 dentes de alho amassados
sal o quanto baste
1 colher (sopa) de óleo para refogar a cebola e o alho

Modo de fazer

Coloque a água, o feijão, as folhas de louro, a páprica, o açafrão, a folha de manjericão e o vinagre numa panela de pressão e cozinhe por 45 minutos, contando assim que a panela começar a chiar. Desligue e deixe a panela esfriar.
Pique a cebola bem picadinha, amasse os dentes de alho e refogue em outra panela pequena.
Cuidado para não queimar, vá mexendo sempre. Quando a cebola tiver dourada acrescente uma concha cheia do caldo do feijão, deixe cozinhando por por um minuto. Acrescente uma concha cheia de grãos e amasse levemente com a cebola e alhos refogados, fazendo uma mistura. deite essa mistura na panela com o restante do feijão, misture bem. Acerte no sal.




                                                        

Para fazer o arroz eu prefiro o arroz parbolizado tipo 1 e preparo conforme as indicações da embalagem, exceto o óleo pois não há necessidade. Tempere com sal (1/2 colher de sobremesa), um dente de alho amassado  e 1/2 cebola pequena ralada para cada xícara de arroz.


Ingredientes para fazer arroz integral

1 (xíc) de arroz integral tipo agulhinha branco ou manchado
1/2 (xíc) de água
1 dente de alho amassado
1/2 cebola pequena ralada
1/2 colher de sobremesa de sal

Modo de fazer

Frite a cebola, o alho e o arroz sem óleo (não precisa)
Acrescente a água fervendo e o sal
Abaixe o fogo e cozinhe com a panela semi tampada até que a água seque.


BOM APETITE!

                                                                           
"Criança que se alimenta bem é criança feliz."




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Anticâncer – o livro


21/03/2014 O interesse pela maneira de preparo da alimentação familiar levou-me a leitura do livro escrito por um psiquiatra, que passou a infância próximo a plantações de frutíferas, muitas vezes encharcadas de agrotóxicos, e que foi estudar em Pittsburgh na vida adulta; um médico e cientista cuja história de vida o conduziu a condição de paciente por conta de uma das mais temidas doenças crônicas da atualidade: o câncer. E, para o terror de quem usa o órgão afetado a serviço da ciência, o câncer de cérebro.
David Servan-Schreiber veio para a América terminar seu doutorado e ao mesmo tempo fazer residência em psiquiatria. Com pouco mais de 30 anos, ele e um amigo dirigiam um laboratório de imagens cerebrais funcionais, para o qual conseguiram financiamento do National Institute of Health. O objetivo das pesquisas era compreender os mecanismos do pensamento observando o que se passava dentro do cérebro humano: mais especificamente, atividades na região do córtex pré-frontal, uma zona ainda pouco conhecida do cérebro que permite o elo entre o passado e o futuro.
Certo dia, um dos estagiários, pagos para entrar na máquina de ressonância magnética de alta precisão, faltou. Para não atrasar o trabalho, o próprio autor entrou no aparelho. Após repetirem a visualização das imagens, e para o espanto dos colegas, concluíram que David estava com um tumor do tamanho de uma noz numa região difícil de operar e, pelas estatísticas, com uma sobrevida de, no máximo, seis meses.
Apesar disso, depois de uma bem sucedida cirurgia para diminuição do tumor, e de várias interferências químicas, o tumor regrediu. Entretanto, David deu continuidade a sua vida de má alimentação (almoçava diariamente carne processada, batata frita e um refrigerante), e o câncer voltou.
Nessa altura ele tomou a decisão, não só de mudar de alimentação, mas mudar de vida.
Após ler o livro, enumerei o que ele fez para limpar completamente o "terreno", e todas as modificações que serviram para desacelerar o desenvolvimento do câncer e dar tempo para o corpo reagir. 
A atual menina dos olhos da tecnologia de alimentos é sua funcionalidade. Mas a funcionalidade no âmbito da ciência da nutrição tem um conceito vago de alimento que pode ou não ser natural, pode ou não ser "engenheirado", pode ou não ter aditivos; ou ainda, pode ou não estar entre um medicamento e um alimento. O óleo de canola, por exemplo, é muito recomendado pelo autor do livro em substituição aos outros óleos vegetais; mas a canola é uma planta criada por engenharia genética, através da modificação da planta denominada "colza', que é usada para fabricação de óleo diesel nos EUA. O Canadian Oil, ou óleo de canola, é vendido como um alimento que mantém a proporção próxima do ideal de ômegas 3 e 6, mesmo após aquecido a até 180º, como a maioria dos óleos vegetais. O livro Anticâncer mostra que quanto mais elementos com potencial de causar inflamação, como o ômega 6, contido em maior quantidade nos óleos de girassol e milho, mais causa inflamação a nível celular e mais chances tem de causar câncer. 
Aqui  concentrei as condutas do preparo de nosso alimentoenumerando algumas atitudes que o autor tomou em relação à alimentação após saber que seu câncer havia voltado, desde a compra da panela até entrar na cozinha para prepararo os alimentos:

1) Dê preferência aos alimentos orgânicos, pois está comprovado: os agrotóxicos provocam câncer.
acesse o site: http://www.idec.org.br/feirasorganicas e encontre o mapa das feiras orgânicas do Brasil.

2) Compre uma panela wok (figura ao lado) para preparar os alimentos com pouca gordura e preservar ao máximo as propriedades dos nutrientes e vitaminas.

3) Invista em panelas de aço inoxidável. São mais caras, mas a sua vida vale mais.

4) Evite panelas de teflon que estejam descascando.

5) Coma de 5 a 7 porções de frutas e lverduras por dia.

6) Consuma mutas frutas vermelhas. Elas são anticâncer.

7) Evite alimentos com alto teor de índice glicêmico como açúcar branco, pão branco, álcool, batata inglesa, geléias e frutas em calda.

8) Um prato anticâncer deve conter: pouca PROTEÌNA animal; de preferência peixe a carne e os ovos orgânicos que são opcionais e servem apenas como acompanhamento;CEREAIS como arroz integral, pão multigrão, quinoa, trigo para quibe; LIPÌDIOS como o azeite de oliva, óleo de canola ou linhaça, manteiga com ômega-3; ERVAS E CONDIMENTOS como cúrcuma, hortelã, alecrim, tomilho e alho; LEGUMES, FRUTAS E PROTEINA VEGETAL, como lentilhas, feijão, tofu.

9) Evite alimentos que promovem a inflamação dos tecidos da dieta tradicional ocidental (frituras, gorduras animais, pão, açúcar e arroz brancos).

10) Valorize e adote as cozinhas indiana, asiática e a dieta mediterrânea..

Referência:
SCHREIBER, David S. Anticâncer: prevenir e vencer usando nossas defesas naturais. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.



O Autor do livro, David Servan-Schreiber.

Confira algumas Receitas Anti Câncer da equipe de Nutrição do Projeto Mundo Verde, Brasil.


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Atenção

"As informações e sugestões contidas neste site têm caráter informativo e não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e outros especialistas."