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Receitas com Estévia

27/07/2014

Entre os sabores que o homem procura reproduzir para os mais diversos fins, o doce deve ser o mais almejado. Depois de descobrirem os, essencialmente químicos, aspartame e ciclamato de sódio, que, por não serem assimilados pelo organismo, não engordam, a Stevia rebaudiana foi descoberta para dar origem ao adoçante mais poderoso e saudável da atualidade. A planta é um arbusto parente do crisântemo, nativa do Paraguai e era usado como adoçante pelos índios bem antes da colonização espanhola. O nome nativo era kaá-éhê, que significa "erva doce". O gênero foi batizado em homenagem ao botânico espanhol Peter James Steve e a espécie pelo cientista Ovídio Rebaudi.
Nos anos de 1950, fazendeiros japoneses estabelecidos na região paraguaia iniciaram a produção da estévia, e depois de muito esforço levaram a tecnologia para o Japão, país onde hoje há a maior mercado no mundo deste adoçante(a China se tornou o principal produtor).
A estévia não contém calorias significativas, portanto, não engorda. É 200 a 300 vezes mais doce que o açúcar e 160 vezes mais doce que a sacarose, não contribui para queda dos dentes, doenças hepáticas ou qualquer outra doença.
Fonte :
ESPÓSITO, Breno Pannina. Química em casa. São Paulo: Ed. Atual, 2003.



    ATENÇÃO:
   1 colher de sopa = cerca de 2,5g de stévia = 800 g de açúcar
   1 colher de sobremesa rasa = cerca de 1,5g de stévia = 400-450 g de açúcar
   1 colher de chá = cerca de 0,75g de stévia = 200 g de açúcar
   1 colher de cafezinho = cerca de 0,38g de stévia = 100 g de açúcar


RECEITAS COM ESTÉVIA

BOLO DE IOGURTE

Ingredientes


1 iogurte natural.
3 ovos grandes
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
100 g de manteiga (bater com 2 colheres de sobremesa de stévia em pó)

Modo de fazer



Partir os ovos numa saladeira.
Adicionar lentamente óleo, continuando a bater os ovos. 
Juntar o iogurte e bater mais 1 a 2 min.
Juntar a farinha ao fermento; adicionar em 2 vezes levantando a massa de modo a que esta fique bem 
homogénea mas sem bater.
Untar a forma e verter a massa. 
Cozer a termóstato 6 ou 180° durante 40 à 45 min.

COOKIES

Ingredientes

 1 ovo
 1/2 colher de sobremesa de Stévia em pó
 2 xícaras de farinha de trigo
 1 colher de café de sal
 1 colher de café de fermento
 1 colher pequena de essência de baunilha
 1 taça de manteiga salgada a temperatura ambiente para que esteja mole
 1/2 taça de pepitas ou flocos de chocolate preto

Modo de fazer

Pré-aquecer o forno à 350°, preparar a forma dos cookies, untando-a.
Bater na batedeira a Stévia, baunilha e ovo, acrescentando de seguida a manteiga para obter então uma textura com aspecto cremoso.
Adicionar a farinha aos poucos, po fim juntar os outros ingredientes e as pepitas de chocolate. Misturar até obter um aspecto homogêneo.

Cozinhar a massa 20 a 25 min no forno até os biscoitos ficarem dourados.



Leia mais:
http://www.esmeraldazul.com/pt/blog/top-3-os-melhores-e-piores-adocantes/

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Ratatouille


Hoje é dia de jogo: Alemanha X França. Há tempo desejo escrever  algo sobre a culinária da França, e a Copa Mundial de Futebol no Brasil com a presença do país europeu no Brasil é um bom motivo, tenho esperança de que jogadores do time alemão façam "picadinho" da seleção que ganhou apenas uma vez a copa mundial, mas que deixou marcas na copa 2010 . Aquela cabeçada do Zidane no jogador Italiano doeu no Brasil. Mas nós fomos "mandados pra casa" pela Holanda que mandou Daniel Alves, Lúcio, Tiago Silva e Julio Cezar pra casa mais cedo, naquele ano.
A copa do Mundo é isso mesmo: mistura perfeita de gente e emoção de todas as partes do mundo com a paixão pelo futebol. As cores das bandeiras coloridas retratam a arte e a miscigenação. As cores dos ingredientes do prato francês  representa tudo isso: é ratatouille! 

Ratatouille é um prato rústico típico da região da Provença, feito de legumes em camadas intercalados com temperos e condimentos. Notam-se influências espanholas e italianas na receita. O nome significa «picar, triturar», mas podemos traduzir também como 'ragu de legumes" ou "prato de berinjelas" A palavra é substantivo feminino francês, e o prato é também chamado de "ragu grosseiro", pode conter carne de peixe, galinha ou boi, mas para ficar gostoso o segredo está no tempero intercalado. 
Para o preparo do ratatouille é imprescindível dois ingredientes: tomate e berinjela. Com o restante dos ingredientes pode-se lidar mais à vontade. O pimentão e a abobrinha não são obrigatórios na receita. O método clássico de preparar a ratatouille envolvia tirar as peles e sementes ao tomate e cozinhar separadamente os vegetais, para serem combinados no final e temperados com sal e ervas da Provença (ou uma combinação de tomilho, orégano, sementes de coentro e funcho; o conjunto, normalmente leva cerca de uma hora para cozer, sendo regado com vinho branco ou tinto.

Leia mais:
Brasil disputa o 3º Lugar com a Holanda na Copa de  2014


Ratatouille
Ingredientes

berinjela
tomate
abobrinha
pimenta
alho
tomilho
manjericão ou alecrim
vinho branco seco ou uma colher de sopa de vinagre de vinho em 1/2 copo de água
azeite de oliva extravirgem

Modo de fazer

Pique todo os ingredientes em rodelas
Em uma panela disponha os legumes enfileirados de maneira, podendo formar círculos ou formato espiralado
Tempere com o sal alho, a pimenta e manjericão, alecrim, pimenta a gosto.
Regue com vinho branco e coloque no forno até dourar


Ratatouille Cozido na Panela

Os ingredientes são os mesmos da receita anterior, aliás, o preparo do molho também.Utilize uma quantidade igual de tomate, abobrinha e berinjela. Lave e corte em fatias grossas.
Unte o interior de uma panela alta com um fio de azeite. Vá fazendo camadas com os legumes e o molho, alternando entre si. Nas camadas de molho, utilize pimenta à gosto. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que os vegetais estejam ao ponto.

Ratatouille Salteado

Um pouco diferente do tradicional, essa versão se baseia no seguinte fato: o molho pode ajudar a cozinhar os legumes. Para isso, inicie o preparo do molho (frite a cebola e o alho e coloque o tomate para refogar em fogo baixo). Assim que o molho começar a cozinhar, retire do fogo e acrescente os legumes picados em cubinhos. Acrescente a pimenta (à gosto) e misture delicadamente.
Volte a panela no fogo baixo e deixe cozinhar em fogo baixo por mais alguns minutos, antes do tomate terminar de secar. Os legumes devem ficar firminhos.
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Alimentação na Escola

06/05/2014.
A Secretaria de Educação do Estado de Santa Catarina selecionará cooperativas de gêneros alimentícios produzidos na agricultura familiar. O objetivo é adquirir produtos para alimentação escolar.
Primeiramente, os produtos adquiridos serão: feijão, arroz, farinha de milho, doce de banana e biscoito caseiro. Depois, serão adquiridos leite, ricota, queijo , suco de uva, mel, banana e laranja.
A Chamada Publica 25/2014 abrange as Gerências Regionais de Educação:

  1. Grande Florianópolis,
  2. Brusque (Municípios de Itajaí, Blumenau e Timbó)
  3. Tubarão (Municipios de Laguna, Criciúma, Braço do Norte e Araranguà)
  4. Lages (Ituporanga e São Joaquim)
  5. Jaraguá do Sul (Joinville e Mafra)
  6. Canoinhas (Caçador, Curitibanos, Ibirama, Taió, Rio do Sul,
  7. Xanxerê (Campos Novos, Videira, Joaçaba, Concórdia, e Seara
  8. Chapecó (São Miguel do Oeste, Itapiranga, Dionísio Cerqueira, Quilombo, Palmitos, São Lourenço, do Oeste Maravilha).

Os recursos são do Programa Estadual de Alimentação Escolar (PNAE/SC)

Fonte: Jornal Diário Catarinense, Caderno Escola Aberta, página12.



                                                        
                                                                           
"Criança que se alimenta bem é criança feliz."



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Anticâncer – o livro


O interesse pela maneira de preparo da alimentação familiar levou-me a leitura do livro escrito por um psiquiatra, que passou a infância próximo a plantações de frutíferas, muitas vezes encharcadas de agrotóxicos, e que foi estudar em Pittsburgh na vida adulta; um médico e cientista cuja história de vida o conduziu a condição de paciente por conta de uma das mais temidas doenças crônicas da atualidade: o câncer. E, para o terror de quem usa o órgão afetado a serviço da ciência, o câncer de cérebro.
David Servan-Schreiber veio para a América terminar seu doutorado e ao mesmo tempo fazer residência em psiquiatria. Com pouco mais de 30 anos, ele e um amigo dirigiam um laboratório de imagens cerebrais funcionais, para o qual conseguiram financiamento do National Institute of Health. O objetivo das pesquisas era compreender os mecanismos do pensamento observando o que se passava dentro do cérebro humano: mais especificamente, atividades na região do córtex pré-frontal, uma zona ainda pouco conhecida do cérebro que permite o elo entre o passado e o futuro.
Certo dia, um dos estagiários, pagos para entrar na máquina de ressonância magnética de alta precisão, faltou. Para não atrasar o trabalho, o próprio autor entrou no aparelho. Após repetirem a visualização das imagens, e para o espanto dos colegas, concluíram que David estava com um tumor do tamanho de uma noz numa região difícil de operar e, pelas estatísticas, com uma sobrevida de, no máximo, seis meses.
Apesar disso, depois de uma bem sucedida cirurgia para diminuição do tumor, e de várias interferências químicas, o tumor regrediu. Entretanto, David deu continuidade a sua vida de má alimentação (almoçava diariamente carne processada, batata frita e um refrigerante), e o câncer voltou.
Nessa altura ele tomou a decisão, não só de mudar de alimentação, mas mudar de vida.
Após ler o livro, enumerei o que ele fez para limpar completamente o "terreno", e todas as modificações que serviram para desacelerar o desenvolvimento do câncer e dar tempo para o corpo reagir. 
A atual menina dos olhos da tecnologia de alimentos é sua funcionalidade. Mas a funcionalidade no âmbito da ciência da nutrição tem um conceito vago de alimento que pode ou não ser natural, pode ou não ser "engenheirado", pode ou não ter aditivos; ou ainda, pode ou não estar entre um medicamento e um alimento. O óleo de canola, por exemplo, é muito recomendado pelo autor do livro em substituição aos outros óleos vegetais; mas a canola é uma planta criada por engenharia genética, através da modificação da planta denominada "colza', que é usada para fabricação de óleo diesel nos EUA. O Canadian Oil, ou óleo de canola, é vendido como um alimento que mantém a proporção próxima do ideal de ômegas 3 e 6, mesmo após aquecido a até 180º, como a maioria dos óleos vegetais. O livro Anticâncer mostra que quanto mais elementos com potencial de causar inflamação, como o ômega 6, contido em maior quantidade nos óleos de girassol e milho, mais causa inflamação a nível celular e mais chances tem de causar câncer. 
Aqui  concentrei as condutas do preparo de nosso alimentoenumerando algumas atitudes que o autor tomou em relação à alimentação após saber que seu câncer havia voltado, desde a compra da panela até entrar na cozinha para prepararo os alimentos:

1) Dê preferência aos alimentos orgânicos, pois está comprovado: os agrotóxicos provocam câncer.
acesse o site: http://www.idec.org.br/feirasorganicas e encontre o mapa das feiras orgânicas do Brasil.

2) Compre uma panela wok (figura ao lado) para preparar os alimentos com pouca gordura e preservar ao máximo as propriedades dos nutrientes e vitaminas.

3) Invista em panelas de aço inoxidável. São mais caras, mas a sua vida vale mais.

4) Evite panelas de teflon que estejam descascando.

5) Coma de 5 a 7 porções de frutas e lverduras por dia.

6) Consuma mutas frutas vermelhas. Elas são anticâncer.

7) Evite alimentos com alto teor de índice glicêmico como açúcar branco, pão branco, álcool, batata inglesa, geléias e frutas em calda.

8) Um prato anticâncer deve conter: pouca PROTEÌNA animal; de preferência peixe a carne e os ovos orgânicos que são opcionais e servem apenas como acompanhamento;CEREAIS como arroz integral, pão multigrão, quinoa, trigo para quibe; LIPÌDIOS como o azeite de oliva, óleo de canola ou linhaça, manteiga com ômega-3; ERVAS E CONDIMENTOS como cúrcuma, hortelã, alecrim, tomilho e alho; LEGUMES, FRUTAS E PROTEINA VEGETAL, como lentilhas, feijão, tofu.

9) Evite alimentos que promovem a inflamação dos tecidos da dieta tradicional ocidental (frituras, gorduras animais, pão, açúcar e arroz brancos).

10) Valorize e adote as cozinhas indiana, asiática e a dieta mediterrânea..

Referência:
SCHREIBER, David S. Anticâncer: prevenir e vencer usando nossas defesas naturais. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.



O Autor do livro, David Servan-Schreiber.

Confira algumas Receitas Anti Câncer da equipe de Nutrição do Projeto Mundo Verde, Brasil.


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Escondidinho de camarão

14/11/2013
O feriado de 15 de novembro em Florianópolis está recheado de eventos em direção ao mar como a  Regata Extreme Sailing Series (circuito mundial de catamarãs com velas de 12,2 metros de altura) e  norteado à terra  com shows de Ivete Sangalo , Cláudia Leitte, Chiclete e outros caroneiros de trios elétricos da festa de carnaval fora de época, o Folianópolis. Com  ventos e eventos pipocando na fervilhante Floripa, que tal receber os amigos e parentes com um delicioso prato de escondidinho de camarão para aquecer ainda mais a refeição do feriado?
Esse prato tem a base preparada com o ingrediente extraído da terra, a mandioca, originária da América do Sul e indispensável na culinária indígena. O recheio, de camarão e molho picante, remete o gosto do mar e da infância na praia.É uma brincadeira gostosa: o escondidinho é divertido de se preparar.


ESCONDIDINHO DE CAMARÃO.

Ingredientes

1 kg de camarão rosa de tamanho médio
1 kg de aipim
10 folhinhas de manjericão
6 colheres de sopa de molho de tomate pronto
5 dentes de alho amassados
6 azeitonas sem caroço, picadas
1 cebola bem picadinha
2 colheres de sopa de requeijão
2 colheres de sopa de maionese
1 copo de leite
2 colheres de sopa de azeite
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
sal e pimenta vermelha a gosto


Modo de fazer

Descasque os camarões, e certifique-se de que estão sem areia.
Dica: Se estiverem com areia passe-os embaixo da torneira sem medo (alguns não o fazem temendo tirar o gosto do camarão, mas prefiro desse modo, pois comer areia , ninguém merece). Deixe escorrer, e seque-os levemente com papel toalha.
Tempere o camarão com dois dentes de alho e 1 colher de chá de vinagre. Reserve.
Cozinhe o aipim na panela de pressão com água pela metade, por 30 minutos após começar a chiar. Tem que ficar bem macia.
Retire a fibra do interior  e amasse bem para fazer um purê.
Acrescente o leite, o requeijão. a maionese e sal mexa até ficar bem homogêneo.
Em 1 colher de sopa de azeite, frite a cebola, os 3 dentes de alho e acrescente o molho de tomate pronto para formação do molho. Acrescente as azeitonas, desligue o fogo e adicione as folhas de manjericão picadinhas.
Tempere com sal e pimenta vermelha.

Em uma frigideira, frite levemente os camarões, por cerca de 5 minutos em 1 colher de sopa de azeite, e, quando ficarem rosados, acrescente ao molho.
Unte um prato refratário com margarina e monte de maneira que:

1ª camada de purê
2ª camada de camarão com molho
Última camada de purê e queijo parmesão ralado por cima.
Leve ao forno a 200° C para gratinar.

Curiosidades

"A mandioca também é denominada de macaxeira, aipim, castelinha e  macamba, conforme a região."

"O Camarão-rosa (Penaeus brasiliensis) é um camarão marinho da família dos peneídeos, encontrado do
Leste dos Estados Unidos ao Sul do Brasil. "(Wikipédia).

Leia mais em: http://www.clickgratis.com.br/receita/dicas-cozinha/conheca-a-origem-e-as-diferentes-utilidades-da-mandioca/#ixzz2kfnYnUFE



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Câncer: quando o alimento se transforma em doença?

18/09/2013
O câncer é uma doença degenerativa resultante do acúmulo de lesões no material genético das células de um órgão. A estimulação intermitente num só local  faz com que haja lesão. A lesão não cicatriza por não ter tempo, devido a intermitência do processo. Então, essa estimulação constante induz ao crescimento, à reprodução e à dispersão anormal das células. Acontece que ocorre uma mutação genética que desencadeia a  doença.
As principais causas de câncer em seres humanos são: agrotóxicos, poluentes atmosféricos, exposição prolongada ao sol, estresse, alcoolismo e/ou tabagismo, alimentação rica em frituras e gordura animal e pobre em  fibras. Sendo que o tabagismo e a alimentação errada representam, juntos,  60% dos casos de câncer no mundo e 30% dos casos de câncer são causados por maus hábitos alimentares.

Mas o que pode 'acender a faísca' da mutação dentro do corpo através da alimentação ingerida diariamente? Quais são os agentes que podem permanecer "cutucando" as células dos órgãos até que estas se transformem em células mutantes?

 Estes são os agentes cancerígenos da alimentação humana:




  •  Nitritos e nitratos dos enlatados e embutidos industrializados; são formulações químicas para conservar os alimentos apresentam perigo para consumo humano e não podem exceder a quantidade de 200 ppm. Uma pesquisa realizada m São Paulo com 78 produtos embutidos, cerca de 17% apresentaram  níveis de nitratos e nitritos acima do recomendado. As  funções dos nitritos e nitratos são frear a proliferação de bactérias (Clostridium botulinum) e os principais alimentos que contém são os embutidos, como as linguiças, salsichas, mortadelas, toucinho e carnes defumadas, além de charque.
  • Quando ingerimos produtos embutidos "(...) o nitrato se resume a nitrito, os qual  produz agentes nitrosantes que reagirão com aminas secundárias oriundas da dieta, formando nitrosaminas que são potentes carcinógenos, além de apresentarem ação teratogênica e mutagênica".


  • Ambiente intestinal  com pouca ou nenhuma fibra: As fibras são importantes para aumentar o bolo fecal e fazer com que o intestino exercite sua musculatura para forçar a saída, fazendo com que as fezes permaneçam por menos tempo no intestino. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2013 a previsão é de que sejam acrescentados mais de 30.000 casos da doença no Brasil. É o quarto tipo de câncer de maior incidência, atrás apenas do câncer de pele não melanoma, com 134 mil novos casos; próstata com 60 mil e mama, com previsão de 53 mil novos casos. Um estudo realizado pela revista British  Medical Journal concluiu que,embora esta seja uma doença multifatorial (com influência do sedentarismo, obesidade e fatores genéticos), o acréscimo de 90 gramas de fibras na alimentação diária pode reduzir em 20% o risco de câncer colorretal.
  • Excesso de sal: relacionado ao câncer de estômago

  • Açúcar:
O consumo de açúcar refinado aumentou estrondosamente desde que o ser humano iniciou o seu desenvolvimento genético. Na antiguidade, há registro de que consumíamos 2 kg de mel por ano por pessoa. Em 1830, consumíamos cerca de 5 kg de açúcar por pessoa/ano e no fim do século XX, espantosos 70 kg por ano, cada pessoa do mundo!
Foi o biólogo alemão Otto Heinrich Warburg quem descobriu que o metabolismo dos tumores cancerosos são amplamente dependentes de glicose. Através de um aparelho de tomografia, o scanner PET, normalmente utilizado na detecção de tumores, que não faz nada menos do que aferir as regiões do corpo que consomem mais glicose. O biólogo ganhou o prêmio Nobel de medicina pela descoberta.
 Em todo processo do crescimento das células, sejam cancerosas ou não, estão envolvidos a glicose -  que é o açúcar no corpo depois de digerido - e uma proteína chamada glutamina. Mas as células do câncer têm 10 vezes mais receptores ou portas para passagem nas suas membranas a fim de passar o máximo possível de glicose para dentro da célula. Isso faz com que elas cresçam rapidamente. As células cancerosa "amam" glicose.
  • Excesso de gorduras: está relacionado ao câncer de mama e próstata; altera os níveis hormonais no sangue;

  • Temperatura na preparação do alimento. Altas temperaturas propiciam o aparecimento de compostos cancerígenos que afetam o estômago e reto. Grelhar, fritar ou assar na brasa a mais de 300° C
  • Armazenamento inadequado de grãos: a alta umidade propicia o desenvolvimento de um fungo que provoca câncer de fígado: o Aspergillus flavus. Ele produz aflatoxina que pode provocar câncer.
Fontes:
Blog da Saúde http://www.blog.saude.gov.br/ MS, acesso em 10/06/2013.
Blog do oncologista André Sasse, http://andresasse.blogspot.com.br/, acessso em 12/09/2013.
CÂMARA, Sônia Aparecida Viana. Fatores de risco para câncer de estômago: avaliação dos teores de nitrato e nitrito em linguiças. Dissertação (Mestrado). Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Campo Grande, MS, 2006. 106 f.
SERVAN-SHREIBER, David. Anticâncer: prevenir e vencer usando nossas defesas naturais.
Revista Época, Açúcar pode causar tumor? Saúde e Bem Estar,18/08/2009.
Sítio LILACS Pesquisa em Bases de Dados, acesso em 02/10/2013.

                    Salsicha com molho industrializado: alimento rico em gordura, sal, nitritos e nitratos




Algumas trocas saudáveis



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Dieta paleolítica demoniza trigo e enaltece orgânicos

08/09/2013
Uma nova  velha ideia pulula nos meios acadêmicos dos estudiosos em nutrição: a Dieta Paleolítica ou Dieta Paleo, que consiste numa alimentação baseada nos costumes dos homens das cavernas. Nela só é permitido o alimento obtido através da coleta de vegetais e caças que a natureza pode fornecer espontaneamente no meio ambiente, a exemplo da maneira de viver da Era Paleolítica quando não existia agricultura, criação de animais confinados, alimentos processados e refinados. Itens que consumimos diariamente como  óleos vegetais, pães, ovos, leite estariam excluídos do cardápio de quem pretende segui-la. Entretanto, essa dieta está longe de ser unanimidade e aponta controvérsias, diria até que provoca a ira dos ecologistas e veganos, uma vez que preconiza o consumo de carne a vontade (desde que o animal não seja de criação intensiva e/ou massiva) e exclui os grãos, principalmente o trigo que ao longo dos mais de 10 mil anos de cultivo e consumo, apresenta mudanças genéticas.de resistência às pragas. Preconiza a não ingestão de produtos agrícolas tradicionais, devido aos agrotóxicos contidos e há divergências quanto ao consumo de leite, mas seus derivados, nem pensar.
O livro do cardiologista americano, Willian Davis coloca o trigo como o "vilão da hora", com argumentos científicos que dão suporte à teoria de que doenças como obesidade, diabetes, alergias, doença celíaca, problemas neurológicos (demência), artrite reumatoide e outras podem estar associadas à ingestão do trigo. Após  prescrever uma dieta sem o cereal para mais de 2000 pacientes, observou melhoras na evolução de doenças, o médico concluiu que não é a gordura, o sedentarismo ou o açúcar que causam a epidemia mundial de obesidade, mas sim o consumo de trigo.A começar pela qualidade da água, que é a base da pirâmide alimentar da dieta (veja a ilustração abaixo), é provável que nenhum dos alimentos dos dias atuais conservam suas qualidades nutricionais primordiais.
Os animais de hoje, mesmo sendo criações orgânicas, são muito diferentes dos seus antepassados, são mais estressados e com teor de gordura muito maior, segundo o bioquímico Gabriel de Carvalho Ainda assim, a opção mais sensata é procurar alimentos produzidos organicamente, pois são os que mais se aproximam da dieta natural, da Era Paleolítica.


Fontes:  Diário Catarinense. Vida e Saúde. Edição impressa, páginas 4-5, 07 de agosto de 2013.
Blog "The Paleo Diet"do Dr. Loren Cordain, acesso em 08/09/2013. Dieta paleolítica
 www.google.com.br/imagens, acesso em 08/09/2013


Receita:

Macarrão de palmito pupunha

Ingredientes

500 g de palmito pupunha (parte mais macia)
folhas de salsinha  a gosto
50 g de manjericão (folhas frescas)
2 tomates maduros
5 dentes de alho
2 colheres de sopa de manteiga
2 litros de água
um fio de óleo de girassol
pimenta, sal a gosto

Modo de Fazer

Coloque a água para ferver com 1 colher sopa rasa de sal e o fio de óleo.
Cortar o palmito pupunha no sentido longitudinal em vários pedaços finos. Com um descascador de batatas faça o formato do "macarrão"  tirando fatias fininhas a partir dos pedaços já cortados.
Pique muito bem o alho.
Coloque a água para ferver com 1 colher sopa rasa de sal e o fio de óleo.
Depois que estiver borbulhando com bolhas grandes, coloque o macarrão pupunha para cozinhar.
Em outra panela preparar o molho dourando o alho picado com  uma colher se sopa de margarina, acrescente as folhas de manjericão, a salsa, mexer e acrescente os tomates.  e acerte o sal e a pimenta.
Sirva sobre o macarrão de pupunha


Dica: existe macarrão pupunha em alguns supermercados, já cortados e embalados.


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Atenção

"As informações e sugestões contidas neste site têm caráter informativo e não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e outros especialistas."