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Menos iodo na comida do brasileiro



20/04/2013
O Ministério da Saúde não poderia assistir impassível à voracidade da indústria alimentícia. Com os salgadinhos e a comida industrializada cada vez mais salgados, com o milho e soja transgênicos dominando as prateleiras, agora mais um problema: o excesso de iodo na alimentação do brasileiro. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou, no dia 16/04/13, a redução do iodo no sal de cozinha. A Proposta aprovada nesta semana reduz a faixa de adição, que era de 20 a 60 mg de iodo por quilo de sal, para 15 a 45 mg por quilo. A OMS realizou uma pesquisa e constatou que o Brasil é um dos maiores consumidores de iodo do mundo, o que se explica pela quantidade exagerada de sal nos alimentos que ingere.

A falta de iodo no organismo pode acarretar em hipotireoidismo resultando no bócio, por isso sua adição no sal de cozinha é exigida pela Vigilância Sanitária na produção do produto para consumo.

Dentre os problemas de saúde mais frequentes com relação ao excesso de iodo estão o hipertireoidismo em idosos e a tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que leva o organismo a atacar a própria tireóide. O problema leva o paciente a apresentar sonolência, cansaço e aumento de peso.

Para controlarmos e prevenirmos o sal de cozinha nos alimentos, existem temperos naturais que, além de darem sabor aos alimentos, podem prevenir e até curar determinados tipos de doenças. São as ervas aromáticas, as pimentas, hortaliças, alguns bulbos, raízes fortes  e outros vegetais de sabores acentuados. Acesse o link e Substitua o sal por temperos saudáveis







Da esquerda para a direita: páprica ou colorau, pimenta, açafrão a terra, coentro, orégano ou louro em pó, sementes de aroeira, pimentas do reino,.

Curiosidade:

Os pimentões são originários da América e foram levados para a Europa pelos descobridores, no século XVI. Foram muito apreciados e os húngaros selecionaram e cultivaram uma espécie vermelha, longa e grossa, não picante, a que deram o nome de paprika. Depois passaram a secar os pimentões e reduzi-los a pó, para melhor conservação. Esse tempero tornou-se típico da cozinha húngara e foi divulgado por todo o mundo. Foram os espanhóis que trouxeram de volta o pimentão vermelho, seco e moído, com o nome de colorau, divulgando seu uso por toda América espanhola. O colorau, como o nome indica, colore os alimentos e dá a eles um sabor delicado ou picante. Pode ser utilizado em batatas, couve-flor, peixes, saladas, carnes e pastinhas de aperitivo. existem 2 tipos de páprica a doce que é nobre, saborosa e muito aromática e também adocicada e a picante que como o nome já diz é picante.


Fontes> http://chefonline.wordpress.com e Jornal Diário Catarinense, edição impressa dia 20 de abril de 2013



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