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Europa diz não aos transgênicos


Principais países da União Europeia decidem banir o cultivo de alimentos geneticamente modificados. Decisão tem mais peso político que econômico.
Poucos temas despertam tanta polêmica no mundo quanto os alimentos geneticamente modificados. Desde que os transgênicos começaram a chegar ao campo e às mesas, há duas décadas, uma guerra em escala mundial vem sendo travada. De um lado estão seus beneficiários e defensores, como as grandes empresas de biotecnologia e os agricultores que produzem commodities agrícolas em larga escala. Do outro, ambientalistas e pequenos produtores rurais, que alegam não haver garantias de segurança para o consumo humano de alimentos produzidos a partir de sementes modificadas geneticamente.
Na última semana, a Europa, ou a maior parte dela, escolheu em qual lado desta batalha vai ficar. Em uma decisão de certa forma esperada, 19 dos 28 países da União Europeia decidiram banir o cultivo de alimentos geneticamente modificados. Entre eles, potências como Alemanha, França e Itália, além de parte do Reino Unido. Foi uma mensagem dura contra o lobby das companhias de biotecnologia e defensivos agrícolas, como Monsanto, Dupont, Bayer ou Syngenta. “Esses países estão dando um claro sinal de que não têm confiança nos relatórios de segurança sobre os alimentos transgênicos”, afirmou à ISTOÉ Franziska Achterberg, diretora de Políticas de Alimentação do Greenpeace na Europa. (…)

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